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Young Sheldon: A “Síndrome de Asperger” que atinge Sheldon é autismo?

Com o sucesso da série de televisão “The Big Bang Theory”, muitos fãs ficaram animados quando foi anunciado que uma série spin-off seria produzida. A série “Young Sheldon” segue a vida do jovem Sheldon Cooper, interpretado por Iain Armitage, enquanto ele cresce no Texas. A série se concentra na vida de Sheldon antes de se mudar para Pasadena e conhecer seus amigos do “Big Bang”.

Uma das características mais marcantes de Sheldon na série é sua falta de habilidades sociais. Ele é excepcionalmente inteligente e talentoso em matemática, ciência e outras áreas acadêmicas, mas ele tem dificuldade em interagir com as pessoas ao seu redor. Ele é insensível aos sentimentos dos outros, muitas vezes interpretando sarcasmo como uma resposta literal, e ele tem dificuldade em entender as piadas e as nuances da linguagem.

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A síndrome de Asperger é a mesma coisa que o Autismo?

Esses traços de personalidade de Sheldon levantaram questões sobre se ele pode estar no espectro do autismo, especificamente com a síndrome de Asperger. A síndrome de Asperger é um transtorno do espectro do autismo (TEA) que afeta a capacidade de uma pessoa em interagir e se comunicar com os outros. As pessoas com síndrome de Asperger geralmente têm habilidades intelectuais normais ou acima da média, mas têm dificuldade em se comunicar e se relacionar com outras pessoas.

Na série, não há menção específica à síndrome de Asperger, mas muitos espectadores e críticos notaram as semelhanças entre Sheldon e as pessoas com o transtorno. Além disso, a mãe de Sheldon, Mary Cooper, interpretada por Zoe Perry, parece estar ciente das dificuldades de Sheldon em se relacionar com outras pessoas e faz o seu melhor para ajudá-lo a superar seus desafios.

A síndrome de Asperger tem cura?

Embora a síndrome de Asperger não tenha uma cura conhecida, há muitas maneiras de gerenciar os sintomas e ajudar as pessoas a se relacionarem melhor com os outros. Uma opção popular é a terapia comportamental, que ajuda as pessoas a aprender habilidades sociais e a compreender melhor as pistas sociais. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é outra opção comum, que ajuda as pessoas a mudar padrões de pensamento negativos e a se concentrar em aspectos positivos da vida.

É importante notar que a síndrome de Asperger não é uma doença, mas sim uma diferença no funcionamento cerebral. As pessoas com Asperger podem enfrentar desafios significativos em se comunicar e se relacionar com outras pessoas, mas muitas vezes são talentosas em áreas específicas, como matemática, ciência e tecnologia. A maioria das pessoas com Asperger leva uma vida feliz e saudável com tratamento adequado e apoio de amigos e familiares.

Qual tipo de autismo O Sheldon tem?

Embora Sheldon possa não ter sido diagnosticado com a síndrome de Asperger na série, o personagem é um exemplo positivo para pessoas com transtornos do espectro do autismo. Ele é um personagem amado e admirado por muitos, e sua inteligência e perseverança são uma inspiração para muitos jovens. A série “Young Sheldon” é uma oportunidade única para os espectadores entenderem melhor a síndrome de Asperger e outras diferenças neurodiversas, além de mostrar como pessoas com essas diferenças podem ter sucesso em suas vidas.

Outra questão importante abordada na série é a importância do apoio da família e dos amigos no tratamento da síndrome de Asperger e de outros transtornos do espectro do autismo. Na série, a mãe de Sheldon é um grande apoio para ele e faz o seu melhor para ajudá-lo a entender o mundo ao seu redor. Ela o ensina a interpretar sarcasmo e a reconhecer quando ele ofende alguém, além de encorajá-lo a encontrar atividades que ele goste e a se juntar a grupos sociais, como o clube de matemática.

Inclusão de pessoas do espectro autista

Além disso, a série mostra a importância da aceitação e da inclusão. Sheldon muitas vezes é visto como um “estranho” por seus colegas de escola, mas é aceito por seus amigos do clube de matemática e sua família. A série mostra que todos devemos ser tratados com respeito e dignidade, independentemente de nossas diferenças.

Em resumo, a série “Young Sheldon” pode ajudar a conscientizar sobre a síndrome de Asperger e outras diferenças neurodiversas, além de destacar a importância do apoio familiar e da inclusão. A série também pode inspirar jovens com transtornos do espectro do autismo a perseguir seus sonhos e acreditar em si mesmos. É importante lembrar que a síndrome de Asperger não é uma doença, mas sim uma diferença no funcionamento cerebral, e as pessoas com Asperger podem levar uma vida feliz e saudável com o tratamento adequado e o apoio de amigos e familiares.

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Priscilla Kinast

Priscilla Kinast

Priscilla é redatora de web sites há cerca de 8 anos, tendo ao todo 15 anos de experiência com produção de conteúdo para a internet. Graduada em Administração de Empresas (Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre), encontrou sua verdadeira paixão na administração de websites. Devido sua experiência com redação de conteúdo, obteve registro profissional como jornalista pelo Ministério do Trabalho (Registro Profissional: 0020361/RS).

Apaixonada por séries e filmes de ficção científica, suspense psicológico, dramas e comédias.
As séries favoritas são Sense8, Black Mirror, Orphan Black e The 100. E para além das ficções, gosto também de Orange Is The New Black, How I Met You Mother, Grey's Anatomy, Breaking Bad, Anne with an E, entre outras.
Já no que se trata de filmes, os melhores em sua opinião são Interestellar, Efeito Borboleta, Matrix, A Ilha do Medo, Projeto Almanaque, Onde Está Segunda, Eu Sou a Lenda, etc.