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Loki, 2ª temporada: Final Explicado da Série

A 2ª temporada de “Loki” concluiu sua jornada, deixando os fãs atordoados com reviravoltas e revelações. O deus titular, interpretado por Tom Hiddleston, encerra a temporada reivindicando seu trono – embora não seja o trono que ele esperava. O final emocionante e cheio de reviravoltas abre caminho para o futuro do personagem no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU). Neste artigo, exploraremos a trama e o desfecho impactante dessa temporada, analisando as escolhas criativas dos produtores e o que pode estar reservado para o futuro de Loki.

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O Desenrolar e Final da Trama de Loki

No desfecho da temporada, Loki embarca em uma jornada para evitar que o universo entre em colapso, aprendendo a controlar sua habilidade de “deslizamento temporal”. Com a ajuda de Sylvie, Mobius e O.B., ele tenta corrigir a anomalia temporal na Autoridade de Variância Temporal (TVA). No entanto, cada tentativa resulta em fracasso, e Loki acaba revivendo os mesmos eventos por séculos. A narrativa se desenrola como um loop temporal, proporcionando uma experiência única aos espectadores.

Finalmente, Loki reconhece a derrota e decide se sacrificar para salvar o multiverso. Ao se dirigir para a anomalia temporal, ele constrói um trono usando a própria substância do espaço-tempo, criando uma árvore que faz referência à Yggdrasil, da mitologia nórdica. Nesse ato, Loki se coroa como o senhor do multiverso, assumindo um papel solitário de observador de todas as linhas do tempo. Essa reviravolta é um ato altruísta surpreendente de um dos vilões mais notórios da Marvel.

Entrevista com o Produtor Executivo Kevin Wright

Kevin Wright, produtor executivo da série, ofereceu insights sobre o final emocional. Ele revela que a ideia de Loki terminar no trono foi decidida desde a 1ª temporada. A ênfase estava na jornada emocional, buscando um arco satisfatório para um personagem construído ao longo de seis filmes e 12 episódios em 12 anos. Wright também destaca a influência de Tom Hiddleston na cena final, onde o ator improvisou uma linha icônica de “Thor”.

A 2ª temporada apresenta um interessante loop temporal, com Loki tentando repetidamente corrigir a anomalia na TVA. A decisão de incorporar esse elemento se inspirou em filmes como “Run Lola Run”. A montagem dos loops recebeu elogios, sendo parte integrante do processo de edição de Paul Zucker. A abordagem não convencional foi mantida em segredo para a maioria do elenco, criando uma experiência autêntica durante a revelação.

O Futuro de Kang e Mobius

Quanto ao futuro do MCU, Wright permanece enigmático sobre o impacto de Loki no personagem Kang, interpretado por Jonathan Majors. Ele sugere que as respostas estão na conversa final com Sylvie, indicando que as ameaças não foram necessariamente anuladas.

Quanto a Mobius, a cena final em Ohio destaca seu crescimento pessoal, superando obstáculos pessoais. Wright deixa em aberto a possibilidade de Mobius permanecer em Ohio ou retornar à TVA.

É o Fim para Loki?

Wright compara a série a um arco de quadrinhos, indicando que esta é o encerramento de um capítulo. No entanto, ele expressa o desejo de continuar explorando histórias no universo de Loki, seja com Sylvie, a TVA, ou até mesmo com um novo Loki. A ênfase está em contar histórias significativas, mantendo a qualidade que caracterizou a série até agora.

A 2ª temporada de “Loki” entrega uma narrativa envolvente e um final surpreendente. O arco de Loki, culminando em seu papel como guardião do multiverso, deixa o público ansioso por mais. As escolhas criativas, os improvisos inspirados de Hiddleston e as possibilidades futuras destacam a profundidade da narrativa e o potencial para expansão no MCU. Enquanto a série fecha um capítulo, abre as portas para um futuro intrigante e cheio de possibilidades para o Deus da Trapaça.

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Magui Schneider

Magui Schneider

Bacharel em Psicologia pela Faculdade IENH; especialista em Saúde Mental e Atenção Psicossocial pela Universidade Estácio de Sá.

Fã de filmes e séries investigativos, suspense psicológico, comédias, dramas e ação.

Minhas séries favoritas são La Casa de Papel, The Sinner, Sense8, Stranger Things, O Mundo Sombrio de Sabrina, Black Mirror, Lúcifer, Orange Is The New Black, Vis a Vis, Desejo Sombrio, Três Vidas, entre outras.

Já meus filmes favoritos são Jurassik Park, Bird Box, O Limite da Traição, Imperdoável, entre outros.
Amo os filmes de ação com The Rock.

Para relaxar, gosto de uma boa comédia pastelão, incluindo As Branquelas e Os Farofeiros. E como fã incondicional de Paulo Gustavo, sou muito fã de todos os filmes "Minha Mãe é uma Peça".