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Bridgerton: Uso do nome real de Kate Sharma guarda um segredo

A aclamada série “Bridgerton”, baseada nos livros de Julia Quinn, alcançou um marco impressionante na sua 2ª temporada. Com um número recorde de visualizações nos primeiros três dias após a estreia, a nova narrativa entre Anthony Bridgerton e Kate Sharma cativou a audiência. Mas, por trás dessa história, um detalhe sutil, porém significativo, reforça a intimidade crescente entre os dois personagens: o uso do verdadeiro nome de Kate por Anthony.

A primeira temporada de Bridgerton, focada no relacionamento entre Daphne Bridgerton e Simon Basset, deixou os espectadores ansiosos pelo que viria a seguir. A ausência de Simon na segunda temporada abriu caminho para a introdução de personagens como Edwina e Kate Sharma. Anthony Bridgerton inicialmente vê em Edwina a candidata perfeita para ser viscondessa, mas seus sentimentos reprimidos por Kate levam a uma complicada trama de amor e dever.

A Importância do Nome Próprio em uma Sociedade de Formalidades

Em um contexto social onde gêneros opostos raramente se dirigiam pelo primeiro nome, exceto dentro da família, usar o verdadeiro nome de alguém indicava uma familiaridade que muitos considerariam escandalosa. Um exemplo disso é a reação de Kate quando Edwina se refere casualmente a Anthony pelo seu primeiro nome.

Esta informalidade, inspirada na era de Jane Austen, é vista como imprópria, a menos que tenha havido consentimento mútuo. Em “Bridgerton”, esse uso do nome próprio pode ter implicações profundas sobre a natureza de um relacionamento.

Anthony e Kate: A Profundidade de um Nome

No episódio 8 da 2ª temporada, “O Visconde Que Me Amava”, o uso do nome completo de Kate por Anthony, “Kathani Sharma”, após uma intensa confissão de sentimentos, simboliza um avanço no relacionamento dos dois.

Ele deixa para trás as formalidades e barreiras emocionais, reconhecendo Kate não apenas como a irmã mais velha de Edwina, mas como sua verdadeira parceira. Esta evolução de seu relacionamento reflete a decisão de Anthony de se abrir para o amor, tornando-se vulnerável e reconhecendo seus verdadeiros sentimentos por Kate.

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Magui Schneider

Magui Schneider

Bacharel em Psicologia pela Faculdade IENH; especialista em Saúde Mental e Atenção Psicossocial pela Universidade Estácio de Sá.

Fã de filmes e séries investigativos, suspense psicológico, comédias, dramas e ação.

Minhas séries favoritas são La Casa de Papel, The Sinner, Sense8, Stranger Things, O Mundo Sombrio de Sabrina, Black Mirror, Lúcifer, Orange Is The New Black, Vis a Vis, Desejo Sombrio, Três Vidas, entre outras.

Já meus filmes favoritos são Jurassik Park, Bird Box, O Limite da Traição, Imperdoável, entre outros.
Amo os filmes de ação com The Rock.

Para relaxar, gosto de uma boa comédia pastelão, incluindo As Branquelas e Os Farofeiros. E como fã incondicional de Paulo Gustavo, sou muito fã de todos os filmes "Minha Mãe é uma Peça".